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Campus da Fundação Paulista de Tecnologia e Educação

Amor a educação
Escola Técnica de Lins

Mudança de Mantenedora.

Em 1970, o professor Antônio Eufrásio de Toledo comunica ao corpo docente da Escola de Engenharia de Lins que não mais pretende mantê-la. Trinta dos professores em exercício decidem adquirir a mantença da Escola de Engenharia de Lins do grupo Toledo de Ensino, criando em 04 e janeiro de 1970, em Assembléia Extraordinária, a nova mantenedora, Sociedade Civil  Escola de Engenharia de Lins.

Esses professores se mobilizam para levantar o capital necessário para a pretendida aquisição, por meio de financiamentos pessoais junto a uma agência bancária em Lins. Dois anos depois, em 1972, após terem quitado suas dívidas com o banco, os 30 professores renunciam ao direito de propriedade da instituição, criando a Fundação Paulista de Tecnologia e Educação, conforme fora estabelecido entre eles desde o início.

Constituição da Fundação Paulista de Tecnologia e Educação

Em 16 de agosto de 1972 houve a constituição definitiva da Fundação Paulista de Tecnologia e Educação, conforme registro do Cartório do 2º Ofício da Comarca de Lins.

Em 23 de novembro de 1972, no mesmo Cartório, registrou-se o primeiro traslado da escritura de doação que a Sociedade Civil Escola de Engenharia de Lins - representada pelo professores Álvaro Puga Paz, Jair Bernardes da Silva, Maurício Gertsenchtein, Milton Léo e Nelson Luiz Rodrigues Nucci outorgou à Fundação Paulista de Tecnologia e Educação – representada por seu presidente Álvaro Puga Paz, com a assinatura da outorgante cedente, Instituição Toledo de Ensino e a anuência da Prefeitura Municipal de Lins, representada pelo Prefeito Municipal de Lins Senhor Joaquim Francisco da Cunha Diniz Junqueira. Assinaram como testemunhas os Senhores Manoel Ferreira Martins e Sylvio Teixeira de Carvalho, escrevente habilitado Marcellino Souto e escrivão Dácio Figueiredo Silva.

Transferência de Mantenedora

Em 23 de outubro de 1975, o presidente da Instituição Toledo de Ensino, professor Antônio Eufrásio de Toledo, redige uma Declaração em documento registrado no Cartório de Notas e Ofício de Justiça de Lins que “ A INSTITUIÇÃO TOLEDO DE ENSINO, mantenedora da Escola Técnica de Lins ... após haver transferido para a Fundação Paulista de Tecnologia e Educação todos os bens móveis e imóveis que possuía na cidade de Lins, Estado de São Paulo, transfere para a mencionada Fundação todos os direitos e encargos relativos à Escola Técnica de Lins ... (que) fica assim com plenos poderes para diligenciar junto aos órgãos públicos competentes no sentido de transferir para si os encargos de mantenedora da referida Escola Técnica. (...) procedimento que as duas instituições adotaram com referência à Escola de Engenharia de Lins, cuja mudança de mantenedora já foi autorizada pelo Conselho Federal de Educação”.

Características Sócio-Econômicas e Culturais do Município de Lins na época

De acordo com os dados do IBGE de 1970, juntados ao processo de novo reconhecimento da escola, o Município de Lins tinha 45.555 habitantes, estando 37.998 habitantes na Sede Municipal. A população escolar de 1º grau era de 10.823 alunos e a de 2º grau, de 3.220 alunos.
As Atividades Econômicas Predominantes eram as Agropastoris com 396 estabelecimentos rurais dedicados à produção de café, milho, leite, etc..; Industriais com 108 estabelecimentos voltados à indústria de Beneficiamento e de Transformação e Comerciais e Serviços, com 32 estabelecimentos atacadistas, 288 varejistas e 210 de serviços diversos. Quanto às Atividades Culturais e de Lazer, constavam 20 clubes e associações culturais, 01 biblioteca pública, 01 cinema, 02 emissoras de radiodifusão, 04 livrarias e 02 jornais e periódicos.
Havia 3.000 aparelhos telefônicos e captavam-se regularmente as transmissões de televisão dos Canais 4, 5, 7 e 13 de São Paulo, além das emissoras de rádio. O município contava com uma Agência de Correios.

O Transporte era feito pela Rede Ferroviária Federal S/A (RFFSA); pela Rodovia Federal Transbrasiliana BR153, pela Rodovia Estadual Marechal Rondon SP-300, além das Rodovias Estaduais Lins – Guaiçara, Lins-Guaimbê e Lins-Sabino.

Segunda Fase - 1976 aos dias atuais

Em 1976 era Presidente da Fundação Paulista de Tecnologia e Educação o Professor Manoel Olinto Wanderley, A Instituição tinha como Superintendente Geral o Professor Jairo Porto e, Diretor da Escola de Engenharia de Lins, o Professor Agarb Cézar de Carvalho.

Deliberou-se que a Escola Técnica de Lins deveria ser revitalizada, uma vez que a cidade e a região careciam de boas escolas de ensino médio. Assim, em 08 de março de 1976, sob a direção do Professor Ismael Castro de Araújo, a escola voltou às atividades, oferecendo o curso Técnico de Pontes e Estradas em nível de 2º grau.

Nesse mesmo ano, a Escola Técnica de Lins vinculou-se ao Sistema Estadual de Ensino, tendo registrado como mantenedora inicial a Sociedade Civil Escola de Engenharia de Lins, depois a Fundação Paulista de Tecnologia e Educação que, no entanto, não recebeu o acervo da escola de 1958 a 1970.

A partir de 06 de março de 1978, passou a ser oferecido o Curso de Formação Profissionalizante Básica – Setor Secundário, também em nível de 2º grau. Foi indicado como diretor pela mantenedora, o professor Ubaldo Salgado Pereira, porém ele não pôde assumir o cargo. Em 10 de abril de 1978 o professor João Baptista de Abreu assumiu a direção da escola, estando o professor Agarb Cézar de Carvalho na presidência da Fundação Paulista de Tecnologia e Educação.

A partir da Deliberação CEE 18/78 as escolas particulares, vinculadas ao Sistema de Ensino do Estado de São Paulo entraram em processo de reconhecimento e a Escola Técnica de Lins, então, foi submetida a outro processo de autorização e reconhecimento.

O corpo docente submetido a esse processo de reconhecimento, composto para a oferta de ambos os cursos em andamento, era formado por Armanda Maria Lícia Novelli Assef, Carlos Alberto Motta de Carvalho, Carlos Alexandre Krell Pedro, Edson Pereira Bueno Leal, Ismael Castro de Araújo, Jaci Kazue Horiuti, João Baptista de Abreu, José Gilson Izar, José Pereira Calças, José Waldemarim, Maria Emilce Ferreira Villela, Paulo Aparecido Marcolino Ribeiro, Plínio Norberto Zorman de Menezes, Ricardo Sérgio Assef Jorge, Rubens Di Dio, Silvani Daruiz, Vera Lúcia Moreno e Victor Chakur. Como Coordenador Pedagógico foi apresentado o nome do professor José Domingos Monteiro Paschoal, como Orientador Educacional a professora Maria de Lourdes Alencar Silva e como Orientador de Educação Moral e Cívica a professora Marinilza Aparecida de Lima.

A escola passou a ocupar 05 salas de aulas – salas 3, 6,7,8 e 9, nas laterais da avenida principal de entrada do campus da Fundação Paulista de Tecnologia e Educação, sendo um dos prédios usado como Secretaria e Biblioteca e outro, com a sala da Diretoria e sala dos professores.

Em 13 de dezembro de 1978, o Superintendente Geral da FPTE, professor Jairo Porto, junta uma declaração ao processo de reconhecimento da Escola Técnica de Lins, de que “está instalada no campus desta Fundação, que lhe destinou instalações e prédio próprios....que as dependências ocupadas pela Escola Técnica de Lins são destinadas exclusivamente ao ensino de 2º grau.”

Em 1979 a Sra. Marli Aparecida de Lima Machado da Silva obtém autorização da Delegacia de Ensino de Lins para exercer a função de Secretária da escola.

 Em 20 de maio de 1980, o diretor da Escola Técnica de Lins encaminha ofício ao Coordenador da Coordenadoria de Ensino do Interior, requerendo o novo reconhecimento da escola, nos termos da legislação em vigor, tendo completado dois anos de atividades o Curso de Formação Profissionalizante Básica - Setor Secundário.

Para isso o Delegado de Ensino de Lins convocou, em 26 de agosto de 1981, uma Comissão Especial de Reconhecimento de Escolas, presidida pela Senhora Antenisca Campitelli Abrão e composta por Supervisores de Ensino e uma Professora a serviço da D.E, Essa Comissão teve que solicitar ao Departamento de Documentação e Divulgação do Ministério da Educação e Cultura os documentos da autorização inicial do Curso de Pontes e Estradas, de março de 1958, para dar andamento ao processo novo.

A autorização do novo curso foi determinada pela Portaria CEI de 01/02/79, publicada no Diário Oficial do Estado de 03/02/79, reconhecido pela Portaria CEI de 18/10/1982, da Coordenadoria de Ensino do Interior, publicada no Diário Oficial do Estado – Seção I - de 19/10/82. Dessa forma, obteve-se a convalidação dos atos escolares realizados pelo estabelecimento no período de 06 de março de 1978 a 03 de fevereiro de 1979, conforme solicitação feita ao Conselho Estadual de Educação.

 Em 29/09/1981 foi protocolado na Delegacia de Ensino de Lins o pedido de cessação dos efeitos do Ato que Autorizava o funcionamento do Curso Técnico de Pontes e Estradas em nível de 2º grau, por falta de clientela escolar ( encerrado, conforme Portaria do Diretor Técnico da Divisão Regional de Bauru, de 15/9/1982, publicada no Diário Oficial de 30/09/82).

Em 13 de fevereiro de 1982 passa a responder pela Escola Técnica de Lins o professor Edson Pereira Bueno Leal, tendo com presidente da FPTE o professor Luiz Barco.

Com a publicação da Deliberação CEE 29/82, nos termos do Artigo 7º, a direção da escola encaminha o processo de transformação do curso oferecido para Curso de 2º Grau – nos termos do Inciso III – do Artigo 7º da Deliberação CEE 29/82 com “Aprofundamento em Ciências Exatas”. A transformação foi autorizada pela Portaria do Diretor Regional, publicada no Diário Oficial do Estado de 1º de junho de 1985.

Em 17 de agosto de 1987, o professor Luís Carlos Vieira da Silva assume a direção da Escola Técnica de Lins e, a partir de 1988 , a Senhora Lázara Edite Nardi Cortina passa a exercer a função de Secretária da escola, autorizada pela Portaria n.º 01/88 da Delegacia de Ensino de Lins.

No segundo semestre de 1988, a Diretoria e a Secretaria da escola passam a ocupar novas instalações no próprio prédio.

Em 1989 o Ensino Médio da Escola Técnica de Lins passa a funcionar com 07 salas, sendo 03 de 1ª série, 03 de 2ª série e 02 de 3ª série, no período da manhã, com aproximadamente 290 alunos.



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